Blog Lumys

 

Você sabe como as pessoas aprendem?

 

Todos nós somos diferentes e aprendemos de formas diferentes também. Uns de forma visual, outros por meio da audição, por meio do tato (cinestésico) e tem pessoas que aprendem digitalmente, isto é, por meio de vários suportes, principalmente os tecnológicos. Essas formas de aprendizagem chamamos de sistema representacional.

 

A curiosidade em descobrir a forma de aprendizado das pessoas, fez com que vários pesquisadores buscassem entender esse mistério e que hoje são utilizados como estratégia de ensino em várias escolas.

 

Você professor ou diretor de escola... conhece o perfil de aprendizagem dos seus alunos?

 

Identifique o seu sistema representacional, acessando o link:  (https://personalidades.mobi/Sistema_Representacional/).

 

sistema_representacional.png

Fonte: www.freepik.com (2019).

 

 

 

Referência:

 

PERSONALIDADES.MOBI. Teste do sistema representacional. Disponível em:https://personalidades.mobi/Sistema_Representacional/. Acesso em: 18 jul. 2019.

 

 

Postado em: 19 jul. 2019. Texto por Elisabete Kowata. 

Elisabete é Mestre em Ciência em Computação. Docente do curso de Pedagogia na Universidade Estadual de Goiás e ministra disciplinas de tecnologias na área de educação.

 

Você conhece o perfil de aprendizado dos seus alunos?

 

Muitos alunos não se saem bem na aprendizagem de um conteúdo não é porque eles não querem aprender. A forma como chega esse conteúdo para o aluno influencia diretamente o aprendizado deles. A sua escola tem tratado os alunos da mesma forma?

 

Já dissemos que o aprendizado acontece diferentemente para as pessoas e uma vez que você conhece como aprende, saberá buscar formas de aprender melhor.

 

Acompanhe os nossos posts para saber mais sobre o tema.

 

 

Postado em: 22 jul. 2019. Texto por Elisabete Kowata. 

Elisabete é Mestre em Ciência em Computação. Docente do curso de Pedagogia na Universidade Estadual de Goiás e ministra disciplinas de tecnologias na área de educação.

  1. Você sabe o que é gamificação?

 

 

Hoje abordaremos um tema que está muito em evidência. Você sabe o que é gamificação?

 

Gameficação consiste em tornar determinadas atividades, processos e tarefas antes com pouca ou nenhuma interação em algo interativo, com sistema de recompensas em que os envolvidos recebem recompensas por suas ações.

 

Um exemplo clássico de gamificação é o programa Desafio Universitário Empreendedor do Sebrae, onde na plataforma virtual da instituição é possível alunos de graduação jogarem jogos que envolvem conceitos de administração e empreendedorismo.

 

Algo que antes era passado em apostilas e livros, agora é passado na forma de jogos. Os alunos aprendem a teoria de forma gamificada. E você, como escolher os melhores jogos para dar aquela turbinada no aprendizado dos seus alunos? Ficou curioso? Veja esse conteúdo no próximo post ou assine nosso newsletter e receba conteúdos gratuitos semanalmente. Nos vemos no próximo post.

 

 

Postado em: 08 ago. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1. Você sabe como escolher jogos de aprendizado para os seus alunos?

 

No último post falamos sobre o que é gamificação. Agora que você já sabe o que é gamificação vamos descobrir que tipo de jogos utilizar para potencializar o aprendizado dos alunos.

 

Existem diversos tipos de jogos que é possível associar às disciplinas, o importante é o professor e a instituição identificar qual o jogo trará melhores resultados em termos de aprendizado e desempenho aos alunos. Os jogos são divididos como, por exemplo, em jogos de tabuleiro, jogos digitais, jogos de interação em sala de aula.

 

A Lumys trabalha com jogos digitais, em que o aluno terá que passar por desafios e fazer escolhas. Os jogos digitais já são uma realidade e faz parte do cotidiano da nova geração. O professor e a instituição podem analisar e ver qual tipo de jogos é mais adequado para o momento e para os alunos. 

 

 

Postado em: 09 ago. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

  1. Você sabe como estimular a interação dos alunos em sala de aula?

 

Para conseguir a atenção de alguém é preciso um pouco de esforço, é preciso causar interesse no interlocutor. Os professores sabem muito bem dessa realidade, o grande desafio é causar interesse no aluno de forma que consiga obter a interação e gerar engajamento.

 

Você sabe como estimular a interação dos alunos em sala de aula e obter um maior engajamento? No último post falamos sobre como escolher os tipos de jogos de aprendizado para os alunos.

 

Hoje vamos falar sobre como estimular a interação e conseguir mais engajamento. Uma das principais formas de se obter isso do aluno é criando um ambiente de aprendizado que estimule a interação do aluno e a troca de experiências entre eles. Muito se é aplicado em instituições de ensino a metodologia sociointeracionista que estimula a interação entre alunos, as dinâmicas de grupo se encaixam muito bem nesse contexto.

 

Você sabe como planejar uma dinâmica de grupo? Veja isso e muito mais no nosso próximo post. E se ficou muito curioso para saber mais, então se inscreva na nossa newsletter e receba conteúdos gratuitos semanalmente.

 

 

Postado em: 16 ago. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1. Você sabe o que é Big Data?
  2.  

Segundo Davenport, autor de Big Data no trabalho (2014), no ano de 2011 o número de dispositivos conectados a internet ultrapassou o número de habitantes no mundo, isto é, para cada habitante no mundo existe mais de um dispositivo conectado a internet.

 

E não é apenas Smartphones que acessam a internet, é muito mais do que isso. Sabe aquelas TVs que é possível assistir Netflix? Sim, e existem muito mais coisas como por exemplo impressoras, carros e vários equipamentos domésticos que podem acessar a internet.

 

Todos esses equipamentos captam uma grande quantidade de dados, que estão em variados formatos como imagens, sons, textos. Toda essa grande quantidade de dados e variedades formam o que conhecemos por Big Data, em uma tradução literal seria Grandes Dados.

 

No próximo post iremos falar sobre os Vs do Big Data. Fique atento e se inscreva na nossa newsletter para receber mais novidades.

 

Postado em: 02 set. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

  1. Você conhece cada um dos Vs do Big Data? Vamos conhecer um pouco sobre o Volume

 

 

No último post falamos sobre o que é o Big Data. Agora que você já sabe o que é Big Data, vamos falar um pouco sobre os Vs do Big Data que são Volume, Velocidade, Variedade, Veracidade e Valor. Imagine uma sala lotada até o teto com papéis, agora imagine um estádio de futebol lotado até o teto com papéis.

 

Essa é a quantidade de imagens, sons, textos, e diversos outros formatos de dados gerados por dia pelos dispositivos conectados a internet, agora imagine tudo isso acumulado em um ano, muita coisa, não? Talvez você já tenha se deparado com a necessidade de apagar arquivos do telefone porque não cabia mais nada.

 

Hoje com a tecnologia em armazenamento de dados crescendo exponencialmente já é possível guardar tudo isso sem precisar se desfazer. No próximo post iremos falar sobre o segundo V do Big Data, a Velocidade. Fique atento e se inscreva na nossa Newsletter para receber mais novidades.

 

 

Postado em: 09 set. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1. Você conhece cada um dos Vs do Big Data? Vamos conhecer um pouco sobre o V de Velocidade
  2.  
  3.  

No ultimo post falamos sobre o volume de dados que é gerado diariamente por dispositivos conectados a internet. Hoje falaremos sobre a o segundo “V” de velocidade.

 

O volume de dados gerados está diretamente relacionado a velocidade com que são gerados. A cada minuto milhões de pesquisas são realizadas no Google, são dados gerados em uma velocidade altíssima.

 

E qual é o dado obtido a partir de pesquisas no Google? Data e horário em que realizou a pesquisa, palavras-chave usadas na pesquisa, localização, temperatura, local da região onde foi realizada a pesquisa, históricos anteriores de pesquisa entre outros.

 

Mas o que pode ser feito com esses dados? Que informações podem ser obtidas com esses dados? Com essas informações a empresa Google conseguiu prever uma epidemia da gripe H1N1 que ocorreria nos Estados Unidos no ano de 2011.

 

A velocidade com que os dados são gerados oportunizam quais previsões com determinado grau de exatidão sejam realizadas e dessa forma possibilitam tomadas de decisão em tempo hábil.

 

No próximo post falaremos sobre o terceiro V do Big Data. Fique ligado e se inscreva na nossa Newsletter.

 

 

Postado em: 18 set. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

Você conhece cada um dos Vs do Big Data? Vamos conhecer um pouco sobre o terceiro V de Variedade

 

No último post falamos sobre a velocidade com que os dados são gerados. Você já imaginou o quanto de dados você produz em um único dia? Áudios enviados em aplicativos de mensagem instantânea, fotos do casamento da melhor amiga, ou fotos no estádio com o jogo do seu time favorito, comentários que postamos nas redes sociais. Isso são só alguns dos multivariados tipos de dados. Por trás desses dados existem mais dados ainda como o horário que acessamos as redes sociais, a quantidade de vezes que acessamos, o tempo que ficamos em cada vez que acessamos, quais foram os dias da semana e muito mais. Mas não é só de redes sociais que se pode obter dados, é possível obter dados de outras fontes como equipamentos conectados a internet. Gostou deste conteúdo? Então se inscreva na nossa Newsletter para receber mais conteúdos assim. No próximo post falaremos sobre a veracidade dos dados. Fique ligado!

 

 

Postado em: 30 set. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

V de Veracidade. Mais um V do Big Data

 

 

No último post falamos sobre a variedade de dados que são gerados diariamente, falamos um pouco sobre alguns tipos de dados. Hoje falaremos sobre a veracidade dos dados. Talvez alguns já devem ter passado por uma situação bem corriqueira e bastante comum de teste de veracidade dos dados como por exemplo, verificar extrato de bancos, ou verificar se os dados de uma planilha no trabalho estão corretos. Mas e quando são volumes gigantescos de dados? Como verificar se cada dado está correto? Acontece que isso é inviável e não faz sentido quando se trata de Big Data, o volume de dados gerados pode ser tão grande que alguns poucos dados incorretos podem não influenciar na análise e criação de informação. Mas se ainda assim você se preocupar com a veracidade dos dados, gráficos de dispersão são ótimos para identificar anomalias de dados e também são ótimos para visualizar correlações entre dados. Mas isso nós vamos falar no próximo post. Ficou curioso? Então não perca a oportunidade de receber conteúdos semanais. Assine nossa Newsletter. No próximo post vamos falar sobre o quinto “V” de valor.

 

 

Postado em: 07 out. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

Como mensurar o Valor no Big Data?

 

O último post falamos sobre a veracidade dos dados, por que é importante verificar a veracidade dos dados, ao passo que quanto maior a quantidade de dados menor é a influência de dados com anomalia, pois a quantidade compensa a diferença. Hoje nós vamos falar sobre o valor dos dados, é um dos mais importantes quando o assunto é análise de Big Data, o valor está muito atrelado ao tipo de informação que é possível obter a partir do Big Data, quanto maior a utilidade da informação maior é o valor que aquele dado gerou. A General Electric (GE) empresa multinacional que fabrica turbinas de aeronaves instala diversos sensores nas turbinas para que eles enviem dados a central de manutenção da empresa. Com os dados coletados dos sensores, a empresa consegue prever com grande precisão quando uma turbina apresentará defeitos e age preventivamente na manutenção dessas turbinas. Isso é um grande exemplo do uso da informação por meio dos dados; outro exemplo foi dado no segundo post sobre Big Data, quando falamos sobre o caso da previsão da gripe H1N1 pela empresa Google. Agora que você já sabe o que é Big Data, quais são seus “Vs”, os diferentes tipos de dados e o valor que podem gerar, é hora de aprender a utilizar o poder do Big Data na sua metodologia de ensino. Quer saber mais como? Veja no nosso próximo post, mas não perca tempo e receba esse conteúdo diretamente no seu e-mail, assine a newsletter e receba conteúdos gratuitos sobre Big Data na educação. Nos vemos no próximo post.

 

 

Postado em: 21 out. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1.  

Saiba como utilizar cada um dos Vs do Big Data em favor da sua metodologia de ensino

 

No último post fechamos o tema sobre Big Data, falamos sobre cada um dos Vs do Big Data, como eles funcionam e como é possível extrair informações dele. Hoje nós vamos entender como usar esses conceitos e aplicações de Big Data para definir melhor as metodologias de ensino. Mas como associar Big Data às metodologias de ensino? Parece realidades distantes uma da outra, mas na verdade nunca foram realidades tão próximas e reais como é hoje. Existem muitos dados em instituições de ensino que podem ser usados para identificar informações de aprendizado e assim otimizar esse processo, de forma que se obtenha um excelente desempenho escolar dos alunos. Alguns dados disponíveis em instituições de ensino são os dados escolares que geralmente estão contidos nos sistemas de gestão escolares. Nesses sistemas é possível ver todas as médias nas disciplinas dos alunos, realizar correlações. Mas apenas isso não é suficiente para identificar padrões no processo de aprendizado, é preciso um pouco mais do que isso, ferramentas de captura e análise de dados. Os meios para captura de dados pode ser os mais diversos possíveis, desde a aplicação de questionários até o uso de jogos digitais. Fica aí a dica, use recursos tecnológicos programados para capturar uma variedade de dados e gerar informações de aprendizado dos seus alunos. No próximo post vamos falar um pouco sobre como extrair informações do perfil de aprendizado dos alunos. Assine nossa newsletter e receba conteúdos gratuitos semanalmente.

 

 

Postado em: 28 out. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1.  

Saiba como extrair informações do perfil de aprendizados dos alunos

 

No último post falamos sobre como usar cada um dos Vs do Big Data em favor da metodologia de ensino. Hoje vamos falar como extrair informações do perfil de aprendizado dos alunos. Todas as instituições de ensino trabalham com uso de metodologias de ensino, ao descobrir o perfil de aprendizado dos seus alunos você poderá identificar a metodologia de ensino que gerará melhores resultados em termos de aprendizado e desempenho escolar. Como identificar o perfil de aprendizado dos alunos? É preciso saber que toda análise realizada deve ter um parâmetro, no caso de parâmetros para identificar o perfil de aprendizado são as metodologias de ensino. A partir do momento que você tem determinadas metodologias de ensino na sua base de pesquisa é hora de elaborar seu plano de ação para identificar os perfis com base na metodologia de ensino. A Lumys possui em seu portfólio uma base de  questionários baseados nas principais teorias de aprendizado, com eles é possível identificar qual o perfil de aprendizado de alunos e de turmas.

 

As formas de extrair informações de aprendizado dos alunos não para por ai, a partir de momento que você já sabe sob quais tipos de teorias de aprendizado será feito a análise fica fácil elaborar seu plano de ação, os seus métodos de análise será baseado nas teorias, você pode, por exemplo, desenvolver jogos interativos entre os alunos e criar as regras, parametrizar cada regra conforme a teoria.

 

Cada ação dos alunos corresponde a uma característica de aprendizado. Você como profissional de uma instituição de ensino, sabe como nenhum outro, desenvolver tais atividades. A partir do momento que as ações planejadas foram desenvolvidas, anote todos os dados coletados e analise se os alunos que participaram da atividade possuem as características da teoria de aprendizado pesquisada.

Mas aqui vai numa dica, a Lumys possui em seu portfólio de serviços, jogos digitais de realizam toda a análise de perfil de aprendizado baseado nas principais teorias de aprendizado.

 

 

Postado em: 04 nov. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1.  

Saiba como tomar as melhores decisões na hora de definir a metodologia de ensino para os alunos

 

No último post falamos sobre como extrair informações do perfil de aprendizado de cada aluno, hoje falaremos sobre como tomar as melhores decisões para definir a metodologia de ensino a ser adotada pela instituição. Você já possui informações do perfil de aprendizado dos seus alunos, já sabe como é a forma de cada um aprender, agora é hora de escolher qual será a metodologia de ensino mais adequada para cada perfil de aprendizado.

 

Na base de metodologias Lumys você encontra todas as metodologias que são analisadas pelo sistema, com a descrição detalhada de cada uma, você pode ver qual a melhor para cada aluno, ou qual a melhor para aplicar em turma.

 

Dependendo da instituição, algumas utilizam até mais do que uma metodologia para o ensino, você pode utilizar quantos for necessário. Mas é preciso se atentar para um ponto, o aprendizado do aluno precisa evoluir e o desempenho escolar também, portanto é necessário escolher a metodologia que melhor se adapte ao perfil dos alunos.

 

O Sistema Lumys oferece essa comodidade à instituição, mostrando em gráficos e descrições simples e intuitivas o perfil de cada aluno. No próximo post vamos falar sobre como orientar os alunos a obter melhores desempenhos escolares. Ficou curioso? Assine nossa Newsletter e receba conteúdos gratuitos semanalmente.

 

 

Postado em: 11 nov. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

  1.  

Entenda como orientar os alunos a obter melhores resultados nos estudos

 

No último post falamos sobre como tomar as melhores decisões na hora de definir a metodologia de ensino para aplicar aos alunos. Hoje vamos falar sobre como orientar os alunos a obter melhores desempenhos escolares.

 

Todos nós sabemos que não é possível o professor ou a instituição fazer tudo sozinho, o processo de aprendizado é algo partilhado em conjunto entre esforços da instituição, do aluno e da família do aluno.

 

Muitas vezes a instituição não possui condições de atender a cada perfil individualmente, recorrendo assim a metodologias que atendam de uma forma geral toda a turma. Porém alguns alunos necessitam de uma forma de aprendizado diferenciado, e não há nada de errado nisso, cada um aprende de uma forma diferente.

 

Mas agora com o sistema Lumys a instituição possui uma enorme quantidade de informações sobre o aprendizado individual de cada aluno.

 

O professor, como todos sabemos, é a maior autoridade em dar conselhos em sala de aula. O professor por muitas vezes precisa de alguma forma dar orientações individuais para alunos. Para isso pode contar com o Sistema Lumys que mostra informações do perfil do aluno, possibilitando ao professor customizar suas orientações de ensino.

 

O conteúdo de ensino apresentado em sala de aula pode ser o mesmo para todos os alunos, porém o professor pode orientar cada aluno no seu estudo individual a melhor forma de estudar o conteúdo em sala de aula. Assim com as orientações individualizadas o professor conseguirá uma maior e melhor interação dos alunos, consequentemente um desempenho de aprendizado melhor

 

No próximo post vamos iniciar o tema de gameficação e trataremos esse assunto nos próximos posts. Fique ligado e não perca nadinha, assine a nossa newsletter e receba conteúdos semanais e gratuitos.

 

 

Postado em: 16 nov. 2019. Texto por Emanoel Parente. 

Emanoel é Graduado em Bacharel em Administração pela Universidade Estadual de Goiás e estudante do Curso de Sistemas de Informação pela mesma Instituição. É fundador da Lumys.

 

Games para entreter e também para aprender

 

Os games foram por muito tempo utilizados para entreter e passar o tempo entre as famílias, principalmente para crianças e adolescentes, mas os primeiros jogos eletrônicos foram idealizados por estudantes de Universidades que queriam passar o tempo de forma “útil” (ver a história do videogame). As pessoas que tem um pouco de “experiência” na vida como eu, tiveram acesso ao Atari e Nintendo que foram os precursores na era do vídeo game. Em seguida vieram o Master System, o Mega Drive, o Playstation e atualmente competem no mercado o Playstation 4, da Sony, Wii U, da Nintendo e Xbox One, da Microsoft (ver a história do videogame). 

 

Quem imaginaria que os jogos eletrônicos que iniciaram como entretenimento, se tornassem uma ferramenta pedagógica importante para o ensino nas escolas. Os games são utilizados para trabalhar a atenção, a estratégia, a visão espacial, o raciocínio lógico, a memória, a capacidade motora, reflexos rápidos, além de jogos para trabalhar conteúdos específicos de cada disciplina. Conheça mais os benefícios dos games no link disponível na página http://blog.playerid.com.br/5-provas-cientificas-que-mostram-o-beneficio-dos-games/?utm_source=blog&utm_campaign=rc_blogpost.

 

A lista de benefícios não para, pois a gameficação chegou às escolas e empresas para que elas possam utilizá-la para a tomada de decisão. Um exemplo disso é a Lumys que tem como proposta utilizar games para identificar o perfil de aprendizado dos alunos e dos colaboradores da empresa. Você que é diretor/a, pedagogo/a, professor/a ou responsável pelo RH da sua empresa, acompanhe nossos posts para conhecer mais sobre o produto que a Lumys entregará para vocês.

 

Quer saber mais sobre o assunto? Na página https://www.historiadetudo.com/games você encontra histórias de alguns dos games que fizeram parte da nossa infância. Para saber mais sobre a história dos jogos eletrônicos, acesse a página: https://www.historiadetudo.com/videogame.

 

 

Postado em: 25 nov. 2019. Texto por Elisabete Kowata. 

Elisabete é Mestre em Ciência em Computação. Docente do curso de Pedagogia na Universidade Estadual de Goiás e ministra disciplinas de tecnologias na área de educação.